Tenha a gentileza e a ética ao reproduzir os textos originais deste blog ou de qualquer outro, colocar claramente a fonte de onde foi retirado, no início ou na apresentação do texto com um link direto para o texto original. Poucos criam enquanto o restante todo copia.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mega Dose Vitamina D no Tratamento do Autismo:

Por Claudia Marcelino.

Ano passado, através dos estudos médicos diários sobre o autismo, descobri o papel da vitamina D nos diagnósticos da síndrome.
Através do interesse do psiquiatra John Cannell que desenvolveu toda uma hipótese sobre a causa do autismo ser uma deficiência de vitamina D durante a gravidez ou na 1ª infância, fui descobrindo estudos interessantíssimos que realmente tem tudo a ver com as questões vistas em pacientes com a síndrome.



Tem vários estudos relacionando a sua importância à expressão genética, ao controle de crescimento e diferenciação de células, ao desenvolvimento do cérebro e a sua proteção constante, a sua ação anti inflamatória, imunomoduladora e sobre o stress oxidativo, na produção de glutationa e consequente ação sobre a limpeza de todo o organismo inclusive do cérebro de toxinas e metais pesados,  na sulfatação que controla tanto a permeabilidade da membrana intestinal, quanto o equilíbrio da população microbiana.
Uma deficiência de vitamina D pode emperrar todos ou qualquer um desses sistemas que estão intimamente ligados ao autismo.

Apesar de todos estes estudos e os que citam a vitamina D como fator determinante para o desenvolvimento do autismo, não há nenhum trabalho sobre o tratamento com vitamina D, quiçá se faria algum efeito no alívio ou reversão dos sintomas.

Continuando as pesquisas sobre a vitamina D, me deparei com o trabalho do Dr. Cícero Galli Coimbra, neurologista especialista em doenças auto imunes e neuro imunes, que utiliza mega doses de vitamina D para tratar todas as doenças destas categorias e tem obtido resultados fantásticos, especialmente com pacientes de esclerose múltipla com remissão total da doença em muitos casos.
Quando eu li: doenças auto imunes e neuro imunes, imediatamente pensei que tinha achado a pessoa exata.

Neste vídeo tem uma entrevista com o Dr. Cícero falando sobre a vitamina D e sua implicação no tratamento e prevenção de doenças:




Neste outro vídeo encontramos as belíssimas histórias de alguns de seus pacientes com esclerose múltipla e artrite reumatóide, que tiveram remissão total das doenças.

 

 Além de tudo o que já foi descrito acima, hoje sabemos que há uma turma de pesquisadores tentando provar que autismo é uma doença auto imune. Ataques à bainha de mielina, à axônios, à receptores de folato, à mitocôndria, à enzima transglutaminase... são reportados em algumas pesquisas.
Outros tantos trabalhos reportam o envolvimento do sistema imunológico e a inflamação cerebral nas manifestações de autismo.
Ciente de tudo isto, tive a plena convicção que o tratamento ministrado pelo Dr. Cícero, se encaixaria perfeitamente aos casos de autismo e principalmente ao tratamento do meu filho pelo seu histórico de manifestações com agravamento dos sintomas da síndrome com o passar dos anos.
Imediatamente marquei uma consulta, o que só consegui para 5 meses depois e aconteceu esta semana.
A mega dose de vitamina D pode reequilibrar todos os sistemas metabólicos deficientes que vemos no autismo, só não sabemos quais serão os resultados práticos nos sintomas da síndrome.

Dr. Cícero ficou surpreso com a minha presença em seu consultório, pois nenhum familiar de autista o procurou antes para tentar o tratamento, ou seja, meu filho será o primeiro!
Isto não o intimidou de forma alguma. Me disse: - "quando comecei a tratar os 1ºs pacientes de esclerose múltipla, não estava muito longe desta situação, também não tínhamos trabalhos divulgados ou experiência de que poderia dar certo, apenas algumas evidências do envolvimento da vitamina D no distúrbio e hoje são os pacientes que trazem as maiores alegrias".

Então aqui vamos nós!!
Dieta, mega dose de vitamina D que no caso dele inicia em 25.000 UI por dia e será reavaliada em 6 meses, alguma suplementação envolvendo vitaminas do complexo B e ômega.

Setembro de 2012 começamos a escrever novas páginas no livro da nossa vida.
Não fazemos ideia dos avanços que virão, mas não tenho dúvidas que serão ganhos.

Dr. Cícero, com a sua experiência no protocolo, imagina que em 5 meses já teremos respostas.
E repito mais uma vez o que sempre digo:
- Qualquer ganho que vier, por menor que seja, pra mim é lucro e uma grande benção!

Procurarei mantê-los informados sobre o tratamento. E por favor, não tentem fazê-lo por conta própria, as consequências podem ser trágicas. É necessário um acompanhamento médico capacitado.

Atualização do tratamento:

Já deveria ter atualizado o que nos aconteceu a tempos, mas enfim, acho que nunca é tarde já que a postagem está aqui e todos os dias tem gente lendo.

Exatamente depois de 6 meses tomando altas doses de vitamina D, 25000 UI ao dia, meu filho sofreu uma grave intoxicação no fígado e suspendemos o tratamento. Por este motivo, não aconselho o tratamento com mega doses para autistas, mas deixo a postagem por conter informações importantes sobre o assunto.


Vitamina D e expressão genética:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8391882

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10565372

http://phys.org/news201791554.html

Vitamina D e glutationa:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11893522

http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2008/12/04/how-sunshine-and-vitamin-d-can-help-you-eliminate-mercury.aspx

Vitamina D e Ação Anti inflamatória:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20936945

http://atlaschiro.com/vitamin-d-anti-inflammatory-pathway-identified/

http://www.nutraingredients.com/Research/High-dose-vitamin-D-supplements-act-as-anti-inflammatory

Vitamina D e sulfatação:

- Critical role of vitamin D in sulfate homeostasis: regulation of the sodium-sulfate cotransporter by 1,25-dihydroxyvitamin D3: http://ajpendo.physiology.org/content/287/4/E744.full

- Abnormal Sulfate Metabolism in Vitamin D–deficient Rats
Isabelle Fernandes,* Geeta Hampson,* Xavier Cahours,‡ Philippe Morin,‡ Christiane Coureau,* Sylviane Couette,*Dominique Prie,* Jürg Biber,§ Heini Murer,§ Gérard Friedlander,* and Caroline Silve*
*Inserm U 426, Faculté Xavier Bichat and Université Paris VII, Paris, France;
‡Institut de Chimie Organique et Analytique and URA CNRS 499, Université d’Orléans, Orléans, France; and § Department of Physiology, University of Zürich, Zürich, Switzerland.

Novel role of the vitamin D receptor in maintaining the integrity of the intestinal mucosal barrier: http://ajpgi.physiology.org/content/294/1/G208.abstract?cited-by=yes&legid=ajpgi;294/1/G208

sábado, 25 de agosto de 2012

Autismo, Micróbios e Tratamento com MMS:

Por Claudia Marcelino.

A cerca de uns 8 meses atrás, através das minhas pesquisas diárias na internet sobre autismo e tratamentos disponíveis, me deparei com o uso de uma nova substância para tratar as condições médicas da síndrome. No início tudo o que achava era derivado do trabalho da Sra. Kerri Rivera, o nome por trás do protocolo de MMS para o autismo.
Kerri Rivera foi apresentar seu trabalho em maio na Autism One, conferência anual sobre autismo realizada todos os anos em Chicago - EUA e, a partir daí, uma chuva de críticas e julgamentos sobre o protocolo e as famílias que o usam se tornou frequente na internet. Primeiro textos em inglês, depois textos em espanhol e agora, o assunto tem gerado alguma curiosiade em português.
O problema é que a maioria dos textos que circulam em todas as línguas estão cheios de julgamentos, injúrias e ataques às famílias que resolveram tentar o método e por tantos ataques, as famílias que estão utilizando o protocolo se sentem acuadas e com medo de divulgar seus resultados satisfatórios e sofrerem mais ataques, mantendo-se em sigilo.

Como eu venho estudando o MMS desde então e acompanhando de perto o trabalho da Sra. Kerri e de famílias que utilizam o protocolo, tendo muito material guardado sobre o tema, resolvi compartilhar meu conhecimento para que mais pessoas tenham acesso e assim, poderem fazer suas escolhas.

A seis anos venho divulgando textos e trabalhos na internet e o meu único objetivo com este trabalho é passar informação clara e realista para que famílias tão necessitadas tenham cada vez mais opções de escolha e respostas para suas aflições.

O que é o MMS?

MMS é a sigla de Master Mineral Solution ou Miracle Mineral Solution, Solução Mineral Milagrosa, uma fórmula descoberta por Jim Humble em 1999, que provavelmente recebeu este nome pela constatação de atuação em um amplo espectro de males de forma quase imediata, como comprovado inicialmente por ele com a malária.
Jim era um explorador de minas de ouro e estava no meio de uma floresta na América do Sul quando dois de seus empregados contraíram malária. Sem nenhum médico ou hospital próximo e no desespero em socorrer os homens para que desse tempo de providenciar atendimento adequado, Jim sacou a 1ª coisa que viu pela frente, um vidro de oxigênio estabilizado utilizado para tratar água e deu aos dois. Qual foi a surpresa ao ver que cerca de 4 horas depois, os sintomas da malária tinham desaparecido.

Totalmente surpreso com os resultados, Jim passou a investigar o oxigênio estabilizado para entender o quê e porquê ele tinha funcionado de forma tão eficaz. Acabou descobrindo que o que era efetivo no oxigênio estabilizado eram as partículas de dióxido de cloro. Começou então uma série de experiências para encontrar a diluição correta e segura do dióxido de cloro para consumo humano.
Durante esta fase de experimentações, o próprio Jim contraiu a malária. Numa decisão muito arriscada, decidiu não tomar nenhuma providência até chegar a um hospital e ter a malária comprovada em um exame de sangue.
Com a comprovação, começou a se tratar com a sua descoberta. Voltou ao hospital alguns dias depois, fez novo exame e o resultado deu negativo.
Jim então se deu conta que tinha feito uma grande descoberta e a partir daí a coisa foi se espalhando.
Hoje o dióxido de cloro é utilizado por milhares de pessoas em todo o mundo que estão tratando câncer, aids, doença de Lyme e todo tipo de vírus, parasita e bactérias.

Ao pesquisarmos sobre MMS, chove críticas e textos falando sobre a sua periculosidade.
Quando pesquisamos dióxido de cloro, a verdade aparece claramente.




O Dióxido de Cloro:

O MMS é uma combinação de dois produtos: o cloreto de sódio e o ácido cítrico. É meramente uma fórmula química NaClO2 (cloreto de sódio) a 28%, que ao ser misturado com o ácido cítrico se transforma em dióxido de cloro.

Embora o dióxido de cloro tem cloro em seu nome, sua química é radicalmente diferente do cloro e seus efeitos também.
Aqui neste link você pode encontrar uma tabela de diferenciação entre o cloro e o dióxido de cloro.

Nas postagens terroristas que encontramos na internet, a 1ª comparação é essa com a acusação de que as pessoas estão bebendo ou dando alvejante ou água sanitária para seus filhos e entes queridos, o que seria uma sandice sem tamanho.
O dióxido de cloro é um biocida, um desinfetante e exterminador de patógenos altamente potente e de amplo espectro sem a formação de resíduos cancerígenos ou perigosos à saúde humana, por isso escolhido como um limpador seguro para o tratamento de água em milhares de municípios mundo afora.
O dióxido de cloro também é liberado para o tratamento de carnes, para o branqueamento de farinhas e para a desinfecção de legumes, frutas e verduras sem a necessidade de enxague.

A ação biocida do dióxido de cloro inclui bactérias aeróbicas, não aeróbicas, Gram-positivas e gram-negativas, esporos, vírus, fungos, cistos e protozoários.  É eficaz contra, e-coli, a super bactéria antrax e pode ser efetiva contra todo tipo de clostridia, inclusive o desulfovíbrio, comentado aqui no blog na postagem da teoria bacteriana 2ª parte.
Também destrói fenóis e sulfitos.

Como o dióxido de cloro atua?

O dióxido de cloro atua através da oxidação.
Ele tem 19 elétrons e tem uma preferência por substâncias que doam um elétron. O dióxido de cloro só reage com uma substância que doa um elétron. O cloro, opostamente, adiciona um átomo de cloro ou de substitutos de um átomo de cloro a partir da substância com que reage.

Abaixo está uma tabela da capacidade oxidativa dos oxidantes mais conhecidos. Esta capacidade é medida em volts. Uma célula humana sadia tem uma voltagem de 1,13, não sendo afetada pelo dióxido de cloro.

oxidantoxidation strengthoxidation capacity
ozone (O3)2,072 e-
hydrogen peroxide (H2O2)1,782 e-
hypochlorous acid (HOCl)1,492 e-
hypobromous acid (HOBr)1,332 e-
chlorine dioxide (ClO2)0,955 e-


Read more: http://www.lenntech.com/processes/disinfection/chemical/disinfectants-chlorine-dioxide.htm#ixzz24bsTdxxY


Substâncias de natureza orgânica em células bacterianas reagem com o dióxido de cloro, causando interrupção em diversos processos celulares. O dióxido de cloro reage diretamente com os aminoácidos e RNA da célula. Não é claro se o dióxido de cloro ataca a estrutura da célula ou dos ácidos dentro da célula. A produção de proteínas é impedida. O dióxido de cloro atinge a membrana da célula, alterando as proteínas e gorduras da membrana.
O dióxido de cloro destrói a parede celular, dissolvendo a bactéria.
Os vírus são eliminados de uma maneira diferente; o dióxido de cloro reage com a peptona, uma substância solúvel em água que tem origem a partir da hidrólise de proteínas para os aminoácidos. O dióxido de cloro mata vírus por prevenção da formação de proteínas. O dióxido de cloro é muito mais eficaz contra os vírus do que o cloro ou o ozono.

Os microorganismos podem se tornar resistentes ao dióxido de cloro?

Diferentemente dos antibióticos, onde as bactérias podem desenvolver resistência e não mais morrer com a presença deles, os micro organismos não podem construir qualquer resistência devido a natureza da ação do dióxido de cloro.

Dióxido de cloro pode ser utilizado contra biofilmes?

Muitas bactérias constroem grandes membranas, parecidas com mantas ou cobertores para proteger a colônia. Grandes quantidades de bactérias vivem dentro destes biofilmes, ou cobertores. O dióxido de cloro oxida a matriz de polissacárido que mantém o biofilme em conjunto.

Por tudo isso, podemos concluir que o MMS pode sim ser efetivo no tratamento do autismo, visto que a presença de fungos, candidas, leveduras, vírus, parasitas, bactérias são bastante comuns em autistas. Geralmente quando não se tem um, se tem outro. Podendo ser inclusive a razão do autismo, como podemos ver nos vários trabalhos da teoria microbiana para o seu desenvolvimento.

Outra explicação muito interessante do dióxido de cloro/MMS seria a da estimulação do sistema imunitário para auto regulação. Neste link o Dr. Thomas Lee Hesselink analisa cientificamente esta possibilidade, analisando a ação do MMS nos casos de malária. Este mecanismo de imunomodulação usando dióxido de cloro está sendo explorado farmacologicamente através da droga WF 10.

Para os que ainda não se convenceram de que é um procedimento seguro, o dióxido de cloro é usado em diversos produtos farmacológicos como enxaguantes bucais.

E os que atacam insistindo que os pais estão dando cloro para seus filhos, mesmo sendo coisas bem diferentes, vejam através destes dois links, aqui e aqui que o cloro é amplamente utilizado na indústria farmacêutica atual, estando presente em 85% dos medicamentos disponíveis. Portanto, você que que está a julgar o outro, pode ser o que realmente está a dar cloro para seu filho.

Alguns dos medicamentos mais conhecidos que são feitos usando o cloro incluem:

Paracetamol, um analgésico amplamente utilizado;

XANAX ®, um dos mais prescritos medicamentos anti-ansiedade;

Vancomicina, o único antibiótico para o qual 40 por cento de infecções por estafilococos respondem e o único eficaz contra infecções hospitalares por estafilococos;

LORABID ® e Ceclor ®, dois dos antibióticos mais eficazes para tratar as graves infecções do ouvido médio que milhões de crianças americanas desenvolver cada ano;

Benadryl ®, cloro e Trimeton ®, e outros bem conhecidos descongestionantes e anti-histamínicos
Além disso, cerca de um terço de fármacos para o sistema nervoso central contêm cloro, e 98 por cento dos medicamentos gastrointestinais, são feitos utilizando cloro.

Gostaria de finalizar este post com uma reflexão e um pedido: não julguem as famílias irmãs que escolhem tratamentos diferentes dos seus ou que você não é capaz de entender.
O autismo e as experiências que temos com ele, são diferentes para cada um e cada trajetória familiar é única em todos os sentidos.



Na próxima postagem eu falarei sobre o protocolo biomédico de tratamento do autismo utilizando o MMS.
Até a próxima!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Terra Diatomácea para a recuperação metabólica:

Por Claudia Marcelino.

Já falei aqui no blog sobre as maravilhas das argilas para a limpeza do intestino e do trato digestivo e os benefícios que este feito pode trazer para a nossa saúde.
Quem se interessa por meios naturais para o tratamento do autismo, sempre ouvirá sobre o impacto de fungos, parasitas, leveduras e vermes sobre o sistema imunológico e a qualidade de vida de autistas.

A pouco tempo na constante troca de informações de pais em grupos de discussão, conheci a terra diatomácea - Diatomaceous Earth, ou simplesmente: DE.

Terra diatomácea consiste de restos fossilizados de diatomáceas, um tipo de alga unicelular de carapaça dura, que é moída e transformada em um pó tão fino quanto um talco e de coloração off white. Estas diatomáceas fossilizadas são de fontes de água doce e salgada. Os depósitos de água doce são as puras o suficiente para o consumo humano.

A terra diatomácea para consumo interno, cuidado, pois, também há a de uso industrial, consiste de 85% de sílica amorfa e cerca de 20 minerais.
Sílica desempenha um papel importante em muitas funções do corpo e tem uma relação direta com a absorção de minerais como o cálcio e o fósforo.

Como a terra diatomácea trabalha em nosso corpo?



1. Como vocês podem ver na imagem acima de partículas de DE aumentadas 7000 vezes, elas são como um cilindro cheio de buracos. Este cilindro tem uma carga negativa muito forte. Quando estes milhões de cilindros se movem através do estômago e trato digestivo, atraem e absorvem as bactérias, fungos, protozoários, vírus, endotoxinas, pesticidas, e resíduos de drogas, E-Coli, e os metais pesados. Estes agentes são presos no interior do cilindro e excretados para fora do corpo. Além disso, os parasitas maiores, vermes, que estejam no estômago ou do trato digestivo são "cortados" e mortos pelas bordas afiadas da DE.
Todas estas atividades resultam em um corpo muito mais saudável, com menos doença.

2. DE é muito dura. Os diamantes tem uma escala de dureza 9, DE é um 7.
Isto é muito importante, porque, quando os milhões de cilindros minúsculos rígidos e afiados de DE passam através dos intestinos delgado e grosso, eles "limpam" as paredes (Nota: sem prejudicar a parede intestinal). Depois de apenas alguns meses tomando a terra diatomácea, a parede do intestino não é mais revestida com muco e leveduras!
Assim, a DE ajuda a promover movimentos intestinais regulares e um cólon saudável. Um cólon limpo e saudável previne pólipos, câncer, úlceras e desintoxicação contínua do corpo.
 Um cólon, revestido de toxinas não permite muitos nutrientes da nossa alimentação serem devidamente absorvidos.



3. Uma pequena quantidade de terra de diatomácea de grau alimentar é absorvida na corrente sanguínea. Quando estas partículas se movem pelo corpo, limpam os vasos sanguíneos e também destroem gorduras ruins, melhorando assim a pressão arterial e os níveis de colesterol.

4. O maior e melhor efeito da DE em geral seria o seu efeito vermífugo, eliminando vermes de forma natural sem os efeitos colaterais das medicações, podendo ser consumida por crianças, gestantes e até animais domésticos e usando-a de forma contínua para ação preventiva.

Outro fator interessante de uso da terra diatomácea é que ela é um pesticida natural sem risco de intoxicação para o tratamento de pragas domiciliares como: piolhos, carrapatos, pulgas e ácaros.
Nesta época de alternativas ecologicamente corretas, é uma excelente alternativa aos produtos químicos tão fortes e que provocam tantos efeitos colaterais.

Eu e meu filho temos tomado a DE a aproximadamente um mês, todos os dias, 1 colher de chá misturada em água, 2 vezes ao dia, uma pela manhã, uma a noite.
Pela manhã adicionamos também a argila verde.
Tenho notado as fezes mais macias e nas primeiras semanas percebi restos de vermes nas minhas fezes sem nenhuma análise mais profunda.
Certamente é uma excelente opção de desintoxicação.

Maiores informações:

http://www.earthworkshealth.com/How-Diatomaceous-Earth-Works.php

http://www.naturalnews.com/030875_diatomaceous_earth_supplement.html

http://wolfcreekranch1.tripod.com/buy_diatomaceous_earth.html

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Oxitocina e o Cérebro Social no Autismo:



Por Claudia Marcelino.

O uso da oxitocina para o tratamento do autismo não é uma novidade para quem acompanha as notícias relacionadas ao transtorno.
O burburinho nos grupos de discussão foi grande em 2010 (embora o início das pesquisas data de 1998) quando foi divulgado um estudo feito por um grupo de cientistas avaliando o desempenho social de 13 voluntários com autismo de alto funcionamento através de um jogo no computador. Como foi feita esta pesquisa está bem descrito neste link.

Confesso que na época não tive o mínimo interesse no assunto. Por quê?

Repensando em por que esse assunto passou sem me chamar a atenção, descobri que o fato de ter sido feito com autistas de alto funcionamento foi o que mais me bloqueou: não é a minha realidade, meu filho é autista clássico e sofremos com tantos sintomas que a meu ver eram mais urgentes, como: hiperatividade, agitação vocal, estereotipias... do que um melhor desempenho social, pensava. Até porque, eu não tinha entendido no quê a oxcitocina mexia para melhorar este desempenho social.

Mas agora a oxcitocina voltou aos círculos de discussões com outro estudo duplo-cego (utilizando a droga e um placebo) feito pela Universidade de Yale, com um grupo bem maior de pacientes, com e sem alto funcionamento e de várias idades.
Aliado a isso, passo por um momento de descoberta com meu filho: de uns tempos para cá, temos percebido (família e terapeutas) que ele está mais presente, mais sociável, com respostas verbais e em ações, mais rápidas.
E como isso aconteceu? O que mudou?
Então percebi que o seu processamento cerebral está melhor. Só não entendia o por quê disso estar acontecendo.

Aí...
A poucos dias numa troca de mensagens em um grupo americano, uma mãe falou em "Auditory Processing Delay" - Atraso no processamento auditivo: eles escutam, mas demoram a processar a informação ouvida, isto quando processam. E este processo leva a demora da resposta, impactando logicamente o seu desempenho social. Então consegui dar nome à melhora vista em meu filho: ele melhorou neste processamento auditivo.
Como? Eu não sei :) Fazemos vários tratamentos ao mesmo tempo, só sei que melhorou e não foi com a oxitocina, pois não a usamos ainda.

Mas... lendo sobre a oxitocina e o novo estudo apresentado na IMFAR - International Meeting For Autism Research, me parece que são nestas sutilezas  de coisas aparentemente sem importância para as habilidades sociais, que a oxitocina mexe.

Este estudo em larga escala mais recente de Yale, feito com pacientes entre 7 e 18 anos, ainda está em andamento e não foi publicado, mas os resultados preliminares tem sido esperançosos não para uma cura, mas para um melhor desempenho do autista contribuindo com a sua qualidade de vida.
No estudo eles dão uma única dose de oxitocina em spray nasal e imediatamente após fazem um exame de ressonância magnética funcional do cérebro.

Os resultados revelam um aumento quase que imediato de ativação de regiões do cérebro conhecidas por controlar a comunicação e o desempenho social envolvidos no autismo, como pode ser visto na imagem acima.
Um dos pesquisadores disse que as regiões ativadas, estão envolvidas em várias rotas de processamento de informação social, como: ver, ouvir e processar informações relevante ao entendimento de outras pessoas.

Para mais informações:

http://www.huffingtonpost.co.uk/2012/05/21/health-oxytocin-improves-autism-brain-function_n_1532390.html

http://www.sciencedaily.com/releases/2012/05/120519213236.htm

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/984801-hormonio-cerebral-e-testado-para-tratar-pessoa-com-autismo.shtml

http://psychcentral.com/lib/2008/about-oxytocin/all/1/

http://www.sagelearningcenter.com/images/articles/WhatIsAuditory.pdf



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